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Ataque a tiros em jantar nos EUA mobiliza líderes mundiais e destaca segurança de Trump

Ataque a tiros em jantar nos EUA mobiliza líderes mundiais e destaca segurança de Trump
◈ Contexto

Tiros interrompem jantar de correspondentes da Casa Branca; presidente Trump e convidados são evacuados em segurança.

Durante um jantar de correspondentes da Casa Branca em Washington D.C., tiros foram disparados, levando à rápida evacuação do presidente Donald Trump, da primeira-dama Melania e de outras autoridades pelo Serviço Secreto dos EUA. O incidente ocorreu no sábado à noite em um hotel na capital americana, onde centenas de convidados, incluindo jornalistas, participavam do evento anual.

O autor do ataque, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi detido no local e encaminhado para avaliação hospitalar. Um agente de segurança foi atingido, mas passa bem. O Serviço Secreto informou que o suspeito usou uma escopeta e que sua residência está sendo revistada pelo FBI.

Em pronunciamento, Trump classificou o episódio como um “momento traumático” e ressaltou a eficiência dos agentes de segurança. Ele também mencionou que não sabe se o ataque teve motivações políticas, embora acredite ter sido o alvo, recordando as duas tentativas de assassinato que sofreu nos últimos dois anos.

O jantar foi adiado por até 30 dias, apesar dos pedidos do presidente para que o evento fosse retomado. Entre os presentes estavam o vice-presidente J.D. Vance, a primeira-dama Melania e o secretário de Estado Marco Rubio, todos evacuados sem ferimentos.

Reações internacionais

Líderes de diversos países condenaram o ataque e expressaram alívio pela segurança dos envolvidos. Claudia Sheinbaum, chefe do governo do México, afirmou que “a violência nunca deve ser o caminho”. A presidência da Argentina repudiou o atentado e criticou a retórica violenta global. De forma semelhante, políticos dos Estados Unidos, como Nancy Pelosi e Gavin Newsom, destacaram a rejeição à violência e o alívio pela integridade dos participantes.

Outros líderes como Delcy Rodriguez, da Venezuela, Shehbaz Sharif, do Paquistão, Narendra Modi, da Índia, e Sanae Takaichi, do Japão, também manifestaram preocupação e condenação ao ato. Premiers do Canadá e da Austrália elogiaram o trabalho do Serviço Secreto e repudiaram o ataque.

Testemunhas do evento relataram múltiplos disparos e sons de explosões. A segurança no local não incluía revista, apenas conferência de ingressos na entrada, segundo relatos da imprensa presente.

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