Kate Lyra construiu uma carreira diversa como atriz, escritora, diretora e pesquisadora, superando o estigma de sua personagem emblemática.
Conhecida por um bordão que marcou os programas humorísticos da década de 1970, Kate Lyra é muito mais do que a personagem que dizia acreditar ingenuamente que “brasileiro é tão bonzinho”. Além do sucesso na TV, ela construiu uma carreira sólida como atriz, escritora, roteirista, diretora de cinema, pesquisadora e produtora musical.
Natural dos Estados Unidos, Kate iniciou sua trajetória artística como modelo e cantora ainda jovem. Foi durante um trabalho no México que conheceu o músico Carlos Lyra, com quem se casou em 1969. O casal mudou-se para o Brasil em 1971, onde nasceu sua filha, a cantora Kay Lyra. Kate adotou o sobrenome do marido e permaneceu ativa nas artes mesmo após o fim do casamento, em 2004.
Hoje com 74 anos, Kate mantém uma rotina intensa de projetos ao lado do marido Steve Solot, profissional renomado do setor audiovisual. Juntos, lançaram recentemente um curso de inglês técnico para profissionais da área, com o objetivo de ampliar as oportunidades no mercado de streaming e coproduções internacionais. Eles também organizam a 14ª edição do Latin American Global Film & TV Program, evento que conecta produtores latino-americanos ao mercado dos Estados Unidos.
Além da atuação artística, Kate desenvolve pesquisas no campo musical, com foco em ritmos como rap e funk. Sua vivência em comunidades cariocas resultou em artigos acadêmicos publicados no Brasil e nos EUA, evidenciando seu interesse por temas sociais e culturais contemporâneos.
Para Kate Lyra, manter-se ativa e saudável é fundamental. Ela pratica exercícios diariamente, faz check-ups regulares e segue uma alimentação equilibrada. Inspirada por frases de escritores como Robert Louis Stevenson e Vinicius de Moraes, ela valoriza cada momento da vida e a importância de se reinventar constantemente.
