Principais notícias do Maranhão entre 15 e 21 de julho destacam prisões, decisões judiciais e situações em saúde e educação.
Entre os destaques da semana no Maranhão, um ex-juiz foi preso sob suspeita de coagir membros do Ministério Público e do Judiciário em processos criminais. A operação ocorreu em São Luís, envolvendo também investigações sobre posse ilegal de arma e ameaças.
A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) foi condenada a indenizar uma paciente por erro médico após uma gestação de risco, mesmo após laqueadura tubária. A decisão judicial fixou o valor da indenização em R$ 143,3 mil.
Uma força-tarefa da Polícia Federal, em parceria com as Polícias Civis do Maranhão e Paraná, prendeu quatro pessoas em São Luís suspeitas de integrar uma quadrilha que aplicava golpes pelo WhatsApp, investigada após celulares de ministros do governo terem sido clonados.
No campo da saúde, o Governo Estadual garantiu recursos para manter três serviços essenciais no Hospital do Câncer Aldenora Bello, que havia anunciado a suspensão do Pronto Atendimento, Atendimento Domiciliar e Tratamento da Dor por falta de verba.
Na educação, o Ministério Público do Maranhão denunciou condições precárias em uma escola municipal de São Luís, apontando riscos à segurança alimentar devido à falta de espaço adequado para armazenamento da merenda e preparo próximo a esgoto aberto.
Outros fatos marcantes incluem a recuperação de uma caminhonete roubada pela Polícia Rodoviária Federal em Caxias, a abertura das inscrições para o processo seletivo da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e uma operação que resultou na prisão de suspeitos envolvidos em um linchamento ocorrido em 2018 na capital.
